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	<title>Unicred Bandeirante</title>
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	<description>Website da Unicred Bandeirante (Americana, Santa Bárbara d&#039;Oeste e Nova Odessa)</description>
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		<title>Um negócio que compartilha resultados</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:59:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a baixa dos juros, decorrente da última reunião do COPOM, refletindo no corte de 0,75% pontos na taxa Selic, os bancos em sua maioria, iniciaram uma campanha de redução das taxas. A Unicred, desde sua concepção pratica o modelo justo e transparente em seus negócios, e trabalha a luz de acolher, simplificar e satisfazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.unicredbandeirante.com.br/ub/wp-content/uploads/cooperativismo.jpg"><img src="http://www.unicredbandeirante.com.br/ub/wp-content/uploads/cooperativismo-240x240.jpg" alt="" title="cooperativismo" width="240" height="240" class="alignright size-medium wp-image-2703" /></a>Com a baixa dos juros, decorrente da última reunião do COPOM, refletindo no corte de 0,75% pontos na taxa Selic, os bancos em sua maioria, iniciaram uma campanha de redução das taxas.<br />
A Unicred, desde sua concepção pratica o modelo justo e transparente em seus negócios, e trabalha a luz de acolher, simplificar e satisfazer economicamente a vida dos cooperados.<br />
<em><br />
É muito simples afirmar essa realidade na Cooperativa. Vários fatores nos deixam confiantes ao enfrentar esse cenário.<br />
<em><br />
Um desses fatores é o Ganho Social, e para fortalecer essa realidade, segue breve texto sobre o assunto, rico em verdade.<br />
<em><br />
Tal GANHO SOCIAL é definido como um conjunto de aspectos que favorece o cooperado por confiar sua movimentação financeira à Unicred, sendo:<br />
<em><br />
•	<strong>Como pessoa </strong>- Recebendo o respeito e o profissionalismo de nossa equipe;<br />
•	<strong>Como consumidor</strong> &#8211; Através dos produtos e serviços diferenciados e muitas vezes exclusivos;<br />
•	<strong>Como cooperado </strong>- Pela participação nos resultados.<br />
<em><br />
Consideramos relevante, não apenas a perspectiva das sobras anuais, mas também o benefício do GANHO SOCIAL que, por meio dele, todo corpo de associados participa integralmente.<br />
<em><br />
•	Na Unicred, os cooperados são isentos de qualquer taxa de manutenção ou cesta de serviços;<br />
•	Na Unicred o IOF é reduzido – 0,38%, e debitado na conta do cooperado, em única parcela;<br />
•	Na Unicred os cooperados realizam transações financeiras (contratos de empréstimos, financiamentos e outros), sem tarifação de taxa de administração.<br />
<em><br />
Sempre foi assim e manteremos essa política porque acreditamos no conceito Cooperativista. Nossos associados sempre foram surpreendidos positivamente com as taxas que praticamos, pois nosso foco é a promoção coletiva, e não o lucro acima de tudo e todos. Esse é o compromisso Unicred!<br />
<em><br />
Na Unicred, não há redução histórica de taxa. Isso tudo porque nossas taxas sempre respeitaram os cooperados.  A ajuda mútua e a intercooperação são os princípios que fortalecem nossa estrutura.<br />
<em><br />
A intercooperação é o coração da Unicred. Os cooperados aplicam e tomam recursos na Cooperativa. Quando isso acontece, efetivamos nossa receita através do spread, que é a diferença do que pagamos pelas aplicações e recebemos dos empréstimos e financiamentos viabilizados aos cooperados.<br />
<em><br />
Já a ajuda mútua, se dá ao volume da movimentação que os cooperados consolidam na Unicred. Quanto maior a movimentação (aplicações e depósito à vista), mais recursos (dinheiro) ofereceremos com taxas atrativas. Essa é a nossa matemática.<br />
<em><br />
A Unicred não prioriza um ou outro segmento de mercado. A Unicred prioriza o Cooperado. Somos éticos, mantemos nossa palavra e compromisso assumidos em nossa missão.<br />
<em><br />
<strong>CREDIBILIDADE, SOLIDEZ E RESULTADO. ISSO É COOPERATIVISMO. ISSO É UNICRED.</strong></p>
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		<title>IPC-S fica estável em 0,57% na terceira medição de abril, diz FGV</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) foi de 0,57% na semana encerrada em 22 de abril, a mesma taxa da semana anterior, informou a Fundação Getúlio Vargas nesta segunda-feira. Seis das oito classes de despesa que compõem o indicador aceleraram suas taxas na medição da terceira quadrissemana do mês. Despesas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) foi de 0,57% na semana encerrada em 22 de abril, a mesma taxa da semana anterior, informou a Fundação Getúlio Vargas nesta segunda-feira.<br />
<em><br />
Seis das oito classes de despesa que compõem o indicador aceleraram suas taxas na medição da terceira quadrissemana do mês.<br />
<em><br />
Despesas diversas tiveram a maior aceleração, de 1,56% para 2,42%. Em seguida vieram os grupos vestuário (0,93% para 1,05%), transportes (0,31% para 0,36%), comunicação (-0,02% para 0,07%), saúde e cuidados pessoais (0,83% para 0,88%) e alimentação (0,52% para 0,53%).<br />
<em><br />
Nessas classes de despesa em que houve avanço nas taxas de variação, a FGV destaca o comportamento dos itens: cigarros (3,85% para 6,46%), roupas (1,12% para 1,24%), tarifa de táxi (-0,72% para 1,31%), tarifa de telefone residencial (-0,33% para 0,06%), medicamentos em geral (0,43% para 1,09%) e laticínios (1,13% para 1,42%), respectivamente.<br />
<em><br />
Na outra ponta, registraram decréscimo em suas taxas os grupos: habitação (0,70% para 0,49%) e educação, leitura e recreação (0,34% para 0,29%). Para cada uma dessas classes de despesa, os destaques partiram dos itens: empregada doméstica (2,25% para 0,99%) e teatro (0,27% para -1,74%), respectivamente.<br />
<em><br />
A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 30 de abril, será divulgada no dia 2 de maio, de acordo com a FGV.<br />
<em><br />
Fonte: Valor</p>
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		<title>Queda nos juros do governo faz aplicações renderem menos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a queda nos juros do governo para 9% ao ano, poucos fundos DI (referenciados em juros) rendem agora acima da poupança. Mesmo no Tesouro Direto, site que vende títulos do governo, os papéis indexados à inflação já pagam menos de 5% de juros ao ano mais o IPCA (índice oficial de variação de preços). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com a queda nos juros do governo para 9% ao ano, poucos fundos DI (referenciados em juros) rendem agora acima da poupança.<br />
<em><br />
Mesmo no Tesouro Direto, site que vende títulos do governo, os papéis indexados à inflação já pagam menos de 5% de juros ao ano mais o IPCA (índice oficial de variação de preços).<br />
E o rendimento deve cair mais, segundo o Mauro Halfeld, professor e analista de investimentos.<br />
 <em><br />
Veja como avaliar se suas aplicações estão valendo a pena na íntegra da reportagem de Toni Sciarretta e Carolina Matos na Folha desta segunda-feira.<br />
 <em><br />
Valter Police, planejador financeiro pessoal, diz que, no contexto atual de juros baixos, é válida a procura por investimentos mais rentáveis, dependendo do objetivo.<br />
 <em><br />
&#8220;Se está em questão uma reserva para emergências, não há necessidade; o ideal é que o dinheiro fique em aplicações conservadoras.&#8221;<br />
 <em><br />
Mas, se o foco é um investimento de longo prazo com meta de acumular mais rentabilidade, fundos multimercados ou a própria Bolsa podem ser opções, segundo ele.<br />
<em><br />
<a href="http://www.unicredbandeirante.com.br/ub/wp-content/uploads/12112469.gif"><img src="http://www.unicredbandeirante.com.br/ub/wp-content/uploads/12112469-480x427.gif" alt="" title="12112469" width="480" height="427" class="aligncenter size-large wp-image-2693" /></a><br />
 <em><br />
Fonte: Folha</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reunião do Fed e Ata do Copom marcam agenda para última semana de abril</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro da agenda para a última semana de abril, as atenções se voltam para a divulgação da primeira prévia do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA, bem como para a reunião do Federal Reserve, com a decisão acerca da taxa básica de juro do país. No front doméstico, o mercado aguarda a ata do Copom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dentro da agenda para a última semana de abril, as atenções se voltam para a divulgação da primeira prévia do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA, bem como para a reunião do Federal Reserve, com a decisão acerca da taxa básica de juro do país.<br />
 <em><br />
No front doméstico, o mercado aguarda a ata do Copom (Comitê de Política Monetária), uma semana após a sua reunião com a definição da taxa de juros. Além disso, o período traz importantes índices de preços e as notas do Banco Central.<br />
 <em><br />
<strong>> Segunda-feira (23/4)</strong><br />
 <em><br />
<strong>- Brasil</strong><br />
 <em><br />
<strong>8h00</strong> &#8211; A FGV (Fundação Getulio Vargas) anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor &#8211; Semanal) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.<br />
 <em><br />
<strong>8h30</strong> &#8211; O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.<br />
 <em><br />
<strong>10h30</strong> &#8211; A autoridade monetária publica ainda a Nota de Mercado Aberto de março, um relatório sobre as operações financeiras realizadas no mercado aberto pela instituição monetária.<br />
 <em><br />
<strong>15h00</strong> &#8211; O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.<br />
<em><br />
<strong>- EUA</strong><br />
 <em><br />
Não serão divulgados indicadores relevantes no país.<br />
 <em><br />
 <strong>> Terça-feira (24/4)</strong><br />
<em><br />
<strong>- Brasil</strong><br />
 <em><br />
<strong>7h00</strong> &#8211; A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à terceira quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.<br />
 <em><br />
<strong>9h00 </strong>- O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo &#8211; 15) de abril. Esse índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a coleta dos dados é feita entre os dias 15 de cada mês.<br />
 <em><br />
<strong>10h30 </strong>- O BaCen revela a Nota do Setor Externo, referente a março, contendo informações sobre o balanço de pagamentos e reservas internacionais.<br />
<em><br />
<strong>- EUA</strong><br />
 <em><br />
<strong>10h00</strong> &#8211; A agência de classificação de risco S&#038;P (Standard &#038; Poor&#8217;s) publica o S&#038;P/Case-Shiller Home Price de fevereiro. O indicador denota a trajetória dos preços das casas nos EUA por meio de uma média móvel trimestral.<br />
 <em><br />
<strong>11h00 </strong>- Acompanhe o FHFA &#8211; House Price Index de fevereiro, dado que mensura o preço cobrado pelas hipotecas às famílias norte-americanas.<br />
 <em><br />
<strong>11h00 </strong>- Sai o Consumer Confidence referente ao mês de abril, responsável por medir a confiança dos consumidores norte-americanos.<br />
 <em><br />
<strong>11h00 </strong>- Sairá o New Home Sales, índice que mostra o número de casas novas com compromisso de venda realizado durante o mês de março.<br />
 <em><br />
Destaque também para o 1º dia da reunião do Fed, quando o colegiado se reúne para discutir as principais diretrizes econômicas do país.<br />
 <em><br />
<strong> > Quarta-feira (25/4)</strong><br />
<em><br />
<strong>- Brasil</strong><br />
 <em><br />
<strong>8h00 </strong>- A FGV publica a Sondagem do Consumidor de abril. O indicador é compilado com base em uma amostra de mais de 200 domicílios em sete das principais capitais brasileiras.<br />
 <em><br />
<strong>10h30 </strong>- O BC revela a Nota de Política Monetária, mostrando a evolução dos agregados monetários em março.<br />
 <em><br />
<strong>12h30 </strong>- A autoridade monetária divulga ainda o Fluxo Cambial, com dados sobre o movimento de entrada e saída de dólares do País referentes à última semana.<br />
<em><br />
<strong>- EUA</strong><br />
 <em><br />
<strong>9h30 -</strong> O Departamento de Comércio do país revela o Durable Good Orders de março, que avalia o volume de pedidos e entregas de bens duráveis no período.<br />
 <em><br />
<strong>11h30</strong> &#8211; Confira o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.<br />
 <em><br />
<strong>13h30 </strong>- Em seu segundo dia de reunião, o Fed decidirá o novo patamar do juro básico norte-americano, atualmente na faixa entre 0% ao ano e 0,25% ao ano.<br />
 <em><br />
<strong> > Quinta-feira (26/4)</strong><br />
<em><br />
<strong>- Brasil</strong><br />
 <em><br />
<strong>8h00 </strong>- A FGV anuncia a Sondagem Industrial referente ao mês de abril, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.<br />
 <em><br />
<strong>8h30 </strong>- O Banco Central reporta ao mercado a Ata do Copom , onde a autoridade monetária complia as perspectivas para a economia nos próximos meses, além de tratar da taxa básica de juros.<br />
 <em><br />
<strong>9h00 </strong>- O IBGE reporta a Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de março, documento que descreve o mercado de trabalho no País.<br />
 <em><br />
A Serasa divulga o indicador de Atividade Econômica (PIB Mensal) de fevereiro, que tem por objetivo fornecer um conjunto de estatísticas de alta frequência que reflita a evolução mensal do PIB trimestral, divulgado pelo IBGE.<br />
<em><br />
<strong>- EUA</strong><br />
 <em><br />
<strong>9h30 </strong>- Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.<br />
 <em><br />
<strong>11h00</strong> &#8211; Sai o Pending Home Sales de março, indicador responsável por medir a venda de casas existentes nos EUA com contrato assinado, mas ainda sem transação efetiva.<br />
 <em><br />
<strong> > Sexta-feira (27/4)</strong><br />
 <em><br />
<strong>- Brasil</strong><br />
 <em><br />
<strong>8h00 </strong>- A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços &#8211; Mercado) de abril, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.<br />
 <em><br />
<strong>9h00</strong> &#8211; O IBGE divulga o IPP (Índice de Preços os Produtor) &#8211; Indústria de Transformação &#8211; de março, que tem como objetivo acompanhar a evolução mensal dos preços recebidos pelo produtor da indústria de transformação.<br />
 <em><br />
<strong>10h30 </strong>- O BC reporta a Nota de Política Fiscal do mês de março, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.<br />
<em><br />
<strong>- EUA</strong><br />
 <em><br />
<strong>9h30 </strong>- Será apresentado o Employment Cost Index referente ao primeiro trimestre, responsável por mensurar o custo da mão-de-obra. O indicador é muito utilizado pelo mercado como medida de inflação.<br />
 <em><br />
<strong>9h30 </strong>- O Departamento de Comércio revela a prévia final do PIB e de seu deflator, todos baseados no primeiro trimestre.<br />
 <em><br />
<strong>10h55 </strong>- A Universidade de Michigan publica a versão final do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.<br />
<em><br />
<strong>- Japão</strong><br />
 <em><br />
O BoJ (Banco do Japão) realiza reunião de política monetária, com definição da taxa básica de juro do país<br />
 <em><br />
Como começa a semana subsequente?<br />
 <em><br />
<strong> > Segunda-feira (30/4)</strong><br />
<em><br />
<strong>- Brasil</strong><br />
 <em><br />
<strong>8h30 </strong>- O BaCen revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.<br />
 <em><br />
<strong>15h </strong>- O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente ao mês de abril, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.<br />
<em><br />
<strong>- EUA</strong><br />
 <em><br />
<strong>9h30 </strong>- Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de março, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, assim como para o núcleo do PCE, medida de inflação mais acompanhada pelo Fed.<br />
 <em><br />
<strong>10h45</strong> &#8211; Será apresentado o Chicago PMI referente ao mês de abril, que mede o nível de atividade industrial na região.<br />
<em><br />
Fonte: Uol Economia </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Na classe C, 25,5 milhões querem abrir seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova classe média brasileira forma um público consumidor que alcança hoje um poder de compras superior a R$ 1 trilhão, a maior parte gasta em alimentos. Essa parcela da população traz tremendas oportunidades de negócios para o desenvolvimento do empreendedorismo, informa Renato Meirelles, sócio-diretor do Instituto Data Popular, consultoria voltada para as camadas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A nova classe média brasileira forma um público consumidor que alcança hoje um poder de compras superior a R$ 1 trilhão, a maior parte gasta em alimentos. Essa parcela da população traz tremendas oportunidades de negócios para o desenvolvimento do empreendedorismo, informa Renato Meirelles, sócio-diretor do Instituto Data Popular, consultoria voltada para as camadas de baixa renda. &#8220;É um consumo gigantesco, voltado principalmente para a aquisição de serviços&#8221;, diz o consultor. Segundo uma pesquisa realizada neste ano pelo instituto, de cada R$ 100 gastos por essa população, pelo menos R$ 65,20 são desembolsados para a contratação de serviços e R$ 34,80 para a compra de bens. &#8220;Isso abre grandes oportunidades para investimentos em empreendimentos no setor de serviços&#8221;, destaca.<br />
 <em><br />
Os próprios emergentes que subiram um degrau na pirâmide e passaram a compor a classe média podem ser futuros empreendedores, ensina Meirelles. O estudo do Data Popular mostra que seis em cada dez pessoas da classe C querem abrir a própria empresa em algum momento da vida. São 25,5 milhões de brasileiros com planos de abrir seu próprio negócio, a maior parte no Norte e Nordeste.<br />
 <em><br />
&#8220;O emprego formal nos trouxe até aqui, mas é o empreendedorismo que vai nos levar adiante. A carteira assinada e o concurso público deixam de ser vistos como fim. A classe C os vê como trampolim para chegar ao ponto de abrir o próprio negócio&#8221;, reforça o consultor. Mas, segundo a pesquisa, apenas um terço dos futuros empreendedores admite estar preparado; a grande maioria das pessoas que desejam empreender indica não ter muito conhecimento para isso. &#8220;É um campo de oportunidades para a ação de entidades como o Sebrae &#8220;, comenta.<br />
<em><br />
Estudos da consultoria revelam que, entre 2002 e 2011 a classe C ganhou 31 milhões de pessoas, cresceu 38% e engordou sua renda em nada menos do que 62%. Hoje, são mais de 103 milhões de brasileiros que contam com renda e crédito da ordem de R$ 1,3 trilhão, o equivalente a 53% da população. Até 2014, serão 60%. No comando do novo grupo de ávidos consumidores estão 52,9 milhões de mulheres mais informadas, com grau de escolaridade superior ao dos homens e com poder de decisão incontestável. Afinal, juntas, elas devem somar uma massa de rendimentos da ordem de R$ 333,3 bilhões neste ano. &#8220;Elas trazem mais dinheiro para casa do que as colegas da classe A, pois respondem por 41% da renda familiar. As mulheres do topo da pirâmide contribuem com apenas 25% da renda&#8221;, afirma Meirelles, responsável pela pesquisa As Poderosas da Nova Classe Média Brasileira.<br />
<em><br />
Além disso, é o novo exército do batom que responde por 70% das compras da casa e incluiu em sua lista de prioridades alguns itens de beleza, de informática e até eletrodomésticos que facilitem a sua vida. Em 2010, gastaram com produtos para o corpo, cabelo e rosto cerca de R$ 19,7 bilhões, contra R$ 6 bilhões no início da década. &#8220;Atualmente, 56% dos perfumes importados, com tíquete médio de R$ 300, são comprados por essas mulheres&#8221;, enfatiza Meirelles. &#8220;Mas isso não significa que elas esbanjem dinheiro. Pelo contrário, 71% afirmam planejar antes de ir às compras, além de criar o próprio crédito para as chamadas indulgências.&#8221; Ou seja, poupam para pagar à vista e preferem poucas prestações, reservando o grosso do carnê para itens mais caros como carro e viagens, por exemplo.<br />
<em><br />
O perfil do carrinho do supermercado também não é mais o mesmo. A classe C aprecia produtos com mais proteínas, vitaminas, qualidade e que façam bem para a saúde. Não precisa ser necessariamente diet e light, é essencial que faça bem. Entre um alimento congelado e um semi-pronto, preferem o segundo, que permite dar um toque de tempero pessoal ao prato. E, ao contrário de outros tempos, quanto mais prático melhor.<br />
 <em><br />
&#8220;É importante salientar que elas buscam tanto na alimentação quanto nos produtos para higiene, beleza, limpeza e no guarda-roupa marcas boas e de qualidade, mas com o jeito delas&#8221;, afirma Meirelles. E o que isso quer dizer? Que as mulheres da classe C adotam as marcas líderes porque sabem que não perdem dinheiro pela eficiência já constatada; querem usar as roupas da moda, mas não abrem mão das cores, da estampa e dos modelos mais justos.<br />
<em><br />
De olho no público que passou a estudar mais, tem dinheiro no bolso e quer viajar de avião pela primeira vez, o empreendedor Thomas Rabe, 49 anos, abriu em São Paulo, em 2009, a Vai Voando, primeira empresa a trazer para o mercado de transporte aéreo o sistema pré-pago. A compra não exige comprovação de renda, fiador ou consulta de proteção ao crédito. &#8220;É o cliente que diz quando quer viajar e até a data do embarque pode parcelar a passagem, que é paga por meio de boletos, um sistema com o qual esse público está bem familiarizado&#8221;, diz Habe. &#8220;Assim, não há inadimplência.&#8221;<br />
 <em><br />
A média de embarque é de 2 mil passageiros por mês, principalmente para o Nordeste. São pagos em média em três parcelas. Segundo o empreendedor, 100% dos pontos de venda da Vai Voando, que espera faturar neste ano R$ 20 milhões, estão localizados na periferia de São Paulo e Rio de Janeiro. Nos próximos 60 dias, a agência deverá incrementar o serviço de venda de passagens de ônibus e de hotéis selecionados para esse perfil socioeconômico. &#8220;Até o próximo ano estaremos vendendo também pacotes de viagens&#8221;, adianta.<br />
<em><br />
Fonte: Valor</p>
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		<title>Delegação brasileira vai à China tratar de comércio e investimentos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma delegação do governo brasileiro estará hoje em Pequim para discutir comércio e investimentos, coincidindo com o menor avanço nas trocas bilaterais em cinco anos, registradas no primeiro trimestre deste ano. Segundo uma fonte do governo, a delegação brasileira quer, na prática, pedir para os chineses &#8220;segurarem&#8221; um pouco o ritmo de suas exportações para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma delegação do governo brasileiro estará hoje em Pequim para discutir comércio e investimentos, coincidindo com o menor avanço nas trocas bilaterais em cinco anos, registradas no primeiro trimestre deste ano.<br />
 <em><br />
Segundo uma fonte do governo, a delegação brasileira quer, na prática, pedir para os chineses &#8220;segurarem&#8221; um pouco o ritmo de suas exportações para o mercado brasileiro. E no centro da pauta está a exportação de confecções e produtos têxteis chineses, que causa preocupação no setor no Brasil.<br />
 <em><br />
No entanto, pouco antes de partir de Doha, no Catar, com destino a Pequim, ontem à noite, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira, reagiu com visível desconforto ao ser indagado sobre a negociação com os chineses, da qual participará juntamente com o subsecretário de Assuntos Econômicos do Itamaraty, Valdemar Carneiro Leão.<br />
 <em><br />
Primeiro, ele disse que haverá negociação &#8220;se tiver espaço&#8221;. Depois, que iria falar das importações chinesas de produtos brasileiros. E, enfim, afirmou que a discussão é sobre comércio em geral e que não discutiria especificamente sobre o setor têxtil.<br />
 <em><br />
Recentemente, em debate em São Paulo, o embaixador brasileiro em Pequim, Clodoaldo Hugueney, deixou claro que se a negociação com Pequim não funcionar no comércio, &#8220;você tem que ter a possibilidade de adotar restrições para evitar esse tipo de crescimento [das importações]&#8220;. Segundo ele, &#8220;você não pode correr o risco de falar &#8216;deixa correr&#8217;. Essa fase de deixar correr já passou&#8221;, afirmou ele na ocasião.<br />
 <em><br />
Mas ontem Teixeira negou que o Brasil queira agora negociar um acordo de restrição voluntária de exportações chinesas de têxteis, o que evitaria que Brasília aplicasse a salvaguarda pedida pelo setor. Lembrado de que o Brasil já fez esse tipo de acordo com os chineses em 2006, ele retrucou: &#8220;E isso funcionou? Não funcionou&#8221;.<br />
 <em><br />
Em Doha, Teixeira preferiu se concentrar em &#8220;vender mais&#8221; para a China. Uma das reuniões será com o órgão central de importação de cereais. O Brasil quer discutir redução de barreiras para exportar mais alguns cereais. Quanto a minério de ferro, notou que a baixa da demanda é global.<br />
 <em><br />
O Brasil já aplica várias sobretaxas antidumping contra produtos chineses. O país também vem sendo acusado por parceiros desenvolvidos de que estaria no caminho da Argentina com mais proteção de seu mercado. A Câmara de Comércio Internacional, que representa milhares de empresas, aponta o Brasil como o mais protecionista no G-20, grupo das maiores nações.<br />
 <em><br />
De seu lado, os chineses parecem concentrados em atacar o protecionismo dos outros para continuar vendendo, ainda mais quando os mercados desenvolvidos estao deprimidos. O vice-ministro chinês de Comércio, Yu Jianhua, sentado ao lado de Teixeira em sessão sobre comércio na conferência ministerial da Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), fez uma forte defesa do fluxo de comércio e investimentos e praticamente sugeriu lições para os outros países em desenvolvimento nessas áreas.<br />
 <em><br />
Na área de investimentos, disse que Pequim investiu US$ 60 bilhões no exterior em 2011 e o plano é de continuar expandindo essas operações.<br />
<em><br />
Fonte: Valor</p>
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		<title>Política cambial brasileira é uma “questão crítica”, diz Serra</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 12:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, criticou a política cambial do governo federal e disse que é “impossível” dar competitividade para a economia brasileira com a atual relação entre câmbio e juros. Para o tucano, essa é uma “questão crítica”. Serra reclamou ainda de grandes projetos federais de infraestrutura e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, criticou a política cambial do governo federal e disse que é “impossível” dar competitividade para a economia brasileira com a atual relação entre câmbio e juros. Para o tucano, essa é uma “questão crítica”. Serra reclamou ainda de grandes projetos federais de infraestrutura e afirmou que faltam “planejamento e prioridade” na gestão da presidente Dilma Rousseff, que o derrotou na disputa presidencial de 2010.<br />
 <em><br />
Ao discursar na noite de terça-feira para uma plateia de empresários e jovens empreendedores, na Fiesp, Serra disse que até mesmo as indústrias eficientes perdem produtividade no país. “As coisas no Brasil custam 30%, 40% a mais pelo câmbio. Se pegar a fábrica mais eficiente e colocar aqui, ela perderá produtividade começando pelo câmbio. O salário vai ser 30% mais caro, 40% em dólar corrente”, disse. “Isso está ligado ao juro. Nós podíamos ter um câmbio melhor se o juro fosse menor”, declarou o tucano. Na avaliação de Serra, teria sido possível “corrigir” essa relação ao longo dos últimos anos. “Estou convencido disso. Essa é uma questão crítica.”<br />
<em><br />
O pré-candidato falou por quase uma hora e meia para cerca de 260 pessoas, em evento promovido pela Fiesp para jovens empreendedores. Depois de contar sua trajetória política, o tucano destinou o restante do tempo a falar sobre questões nacionais e a criticar o governo federal. Só falou sobre questões municipais depois da palestra, quando questionado.<br />
 <em><br />
Serra disse que a gestão petista é marcada por um “patrimonialismo bolchevique”, onde o “Estado é usado como propriedade de um partido”. O tucano reclamou do loteamento de cargos na gestão federal e disse que essa prática leva a uma corrupção sem fim. “Quando o partido da ética e da moralidade chega ao poder e faz voltar tudo aquilo que tinha de pior na vida pública nessa matéria, realmente é como se [falasse que] Deus morreu. Passa a valer tudo. Era o Deus da ética, ou parecia como tal.”<br />
<em><br />
O pré-candidato comentou que a presidente Dilma tentou mudar essa prática, mas não conseguiu por estar presa “a uma prática” do PT. Depois de afirmar que o governo é marcado pelo loteamento de cargos, Serra disse que a prática do fisiologismo leva não só a desvios de recursos, mas também à ineficiência da administração.<br />
<em><br />
“O Brasil tem hoje a taxa de investimento mais baixa do mundo em desenvolvimento. Falta dinheiro? Não. É porque não sabe fazer. E olha que dois terços dos investimentos são feitos por Estados e municípios. Se não fosse isso, nos estaríamos roubados, porque o que menos sabe investir é a esfera federal, com toda propaganda que faz”, afirmou o tucano. “Falta gente preparada, planejamento”, disse o pré-candidato municipal, citando obras como a transposição do rio São Francisco e a Transnordestina.<br />
 <em><br />
O tucano disse ainda que o governo do PT não foi “mais à esquerda” do que a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.<br />
<em><br />
Fonte: Valor</p>
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		<title>Bradesco reduz taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 12:35:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Bradesco vai reduzir as taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas e aumentar em R$ 21 bilhões o limite de crédito, seguindo a intensa campanha do governo pela redução do chamado spread bancário. O limite de crédito será elevado em R$ 15 bilhões, sendo R$ 9 bilhões para pessoas físicas e R$ 5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Bradesco vai reduzir as taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas e aumentar em R$ 21 bilhões o limite de crédito, seguindo a intensa campanha do governo pela redução do chamado spread bancário.<br />
 <em><br />
O limite de crédito será elevado em R$ 15 bilhões, sendo R$ 9 bilhões para pessoas físicas e R$ 5 bilhões para pessoas jurídicas. Além disso, a instituição vai disponibilizar mais R$ 6 bilhões em limite para bancos ligados a montadoras de veículos.<br />
 <em><br />
Segundo o Bradesco, a decisão está alinhada aos objetivos de estímulo ao crescimento econômico.<br />
 <em><br />
Para os clientes pessoa física haverá redução de taxas em financiamento de veículos, crédito pessoal, consignado ao aposentado e aquisição de bens. O juro do crédito pessoal, por exemplo, cairá de 2,66% para uma faixa que começa em 1,97% ao mês.<br />
 <em><br />
Para as micro e pequenas empresas, o Bradesco criará uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para capital de giro e CDC para aquisição de máquinas e equipamentos. A taxa para essa linha será de 2,90% ao mês, comparada à taxa anterior de 5,56%.<br />
 <em><br />
As novas taxas e limites, sujeitos a aprovação de crédito, valem a partir da próxima segunda-feira.<br />
 <em><br />
(Vanessa Adachi | Valor)</p>
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		<title>Tesouro capta R$ 3 bi em bônus em reais</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 12:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Tesouro Nacional vendeu nesta terça-feira R$ 3 bilhões em bônus denominados em reais com vencimento em 2024, com rendimento de 8,6% ao ano aos investidores. A demanda superou R$ 5 bilhões e esse é o menor rendimento registrado em uma emissão em reais segundo a série histórica do Tesouro, que começou em 2005. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Tesouro Nacional vendeu nesta terça-feira R$ 3 bilhões em bônus denominados em reais com vencimento em 2024, com rendimento de 8,6% ao ano aos investidores. A demanda superou R$ 5 bilhões e esse é o menor rendimento registrado em uma emissão em reais segundo a série histórica do Tesouro, que começou em 2005. Os papéis saíram ao preço de 99,292% do valor de face, com cupom de 8,5%.<br />
 <em><br />
A liquidação financeira ocorrerá em 27 de abril e os cupons serão pagos semestralmente até o vencimento em janeiro de 2024.<br />
 <em><br />
A oferta, coordenada pelos bancos HSBC e Goldman Sachs, ainda poderá ser estendida hoje ao mercado asiático, em até R$ 300 milhões, nas mesmas condições obtidas na oferta nos mercados europeu e norte-americano.<br />
<em><br />
Ao mesmo tempo, entre hoje e sexta-feira o Tesouro recomprará outros títulos denominados em reais com vencimento em 2016 e 2022. O processo pode ser finalizado antes, caso o Tesouro considere necessário. O estoque deste tipo de papel chegava a R$ 6,5 bilhões em fevereiro deste ano, mas nem todo o valor será necessariamente recomprado.<br />
<em><br />
Ontem pela manhã, ao anunciar a emissão e recompra de bônus em reais, o governo informou que o &#8220;o objetivo da operação é adequar o perfil de maturação e melhorar a liquidez dos títulos denominados em reais&#8221;. Por isso, a decisão de emitir papéis com vencimento em 2024, que estão sendo mais demandados pelos investidores estrangeiros, e a recompra de títulos com vencimentos em 2016 e 2022, onde há pouca liquidez.<br />
 <em><br />
Recentemente, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou que o governo brasileiro faria uma emissão em reais. A medida, segundo ele, ajudaria o governo a combater a valorização excessiva do real em relação ao dólar. &#8220;Com a emissão atendemos a demanda dos estrangeiros por reais, sem pressionar o mercado doméstico&#8221;, explicou uma fonte do governo.<br />
 <em><br />
Segundo um analista de mercado, os investidores estão interessados em papéis brasileiros mais longos &#8211; vencimento em 2024. E o Tesouro Nacional estava ciente de que se emitisse papéis com prazo maior, como 2028, não haveria tanta demanda. &#8220;Por isso resolveram colocar uma data intermediária&#8221;, destacou.<br />
<em><br />
A última vez em que o Brasil vendeu títulos denominados na moeda local havia sido em outubro de 2010. À ocasião, o Tesouro reabriu uma emissão de bônus em reais com vencimento em 2028 e captou R$ 1,1 bilhão. O rendimento garantido aos investidores naquele momento foi de 8,85% ao ano.<br />
 <em><br />
Para Alexei Remizov, diretor-gerente de mercado de capitais do HSBC em Nova York, a captação atingiu o objetivo principal do Tesouro, que era melhorar a liquidez dos papéis denominados em real, e a colocação ao menor rendimento ao investidor (yield) já visto mostra o apetite de investidores por eles.<br />
<em><br />
Entre os compradores da dívida brasileira estão grandes investidores institucionais dos Estados Unidos e Europa e fundos soberanos do Oriente Médio, e o governo deve usar cerca de metade do valor captado ontem, ou R$ 1,5 bilhão, para recomprar até sexta-feira os papéis que vencem em 2016 e 2022, que também são denominados na moeda brasileira.<br />
<em><br />
Fonte: Valor</p>
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		<title>FMI prevê inflação acima do centro da meta</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 12:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) não acredita no cumprimento do centro da meta de inflação de 4,5% fixada pelo Brasil para este e o próximo ano, levantando dúvidas sobre a capacidade de o Banco Central atingir o principal objetivo de sua estratégia de política monetária. O FMI projeta para o país inflação de 5% para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Fundo Monetário Internacional (FMI) não acredita no cumprimento do centro da meta de inflação de 4,5% fixada pelo Brasil para este e o próximo ano, levantando dúvidas sobre a capacidade de o Banco Central atingir o principal objetivo de sua estratégia de política monetária.<br />
 <em><br />
O FMI projeta para o país inflação de 5% para 2013, portanto acima do centro da meta definida pelo governo, de 4,5%. A estimativa consta do relatório Panorama Econômico Mundial, divulgado ontem, às vésperas da reunião de primavera dos organismos de Bretton Woods.<br />
<em><br />
<a href="http://www.unicredbandeirante.com.br/ub/wp-content/uploads/18_041.jpg"><img src="http://www.unicredbandeirante.com.br/ub/wp-content/uploads/18_041-480x197.jpg" alt="" title="18_04" width="480" height="197" class="aligncenter size-large wp-image-2671" /></a><br />
<em><br />
Para este ano, a projeção do FMI é uma inflação também de 5%, igualmente acima da meta, também definida em 4,5%. No relatório, o Fundo afirma que o Brasil tem espaço mais limitado de manobra na política monetária depois que as expectativas de inflação do setor privado se moveram acima da meta. O mercado projeta inflação de 5,08% em 2012 e de 5,5% em 2013, segundo pesquisa do BC.<br />
 <em><br />
A taxa de 5% projetada pelo FMI representa, na prática, um desvio pequeno em relação ao centro da meta. Se a inflação ficar em 5%, o BC terá cumprido seu objetivo, já que o sistema brasileiro admite uma variação da inflação entre 2,5% e 6,5%. Mas a projeção não deixa de representar um certo ceticismo do FMI sobre a condução da política monetária. O BC tem reafirmado que irá cumprir o centro das metas deste e do próximo ano.<br />
 <em><br />
Quando o BC tem credibilidade absoluta, normalmente as projeções para a inflação do ano seguinte se alinham com a meta, porque teoricamente seu cumprimento depende das medidas de política monetária que estão sendo tomadas. A inflação do ano corrente varia de forma um pouco mais independente das medidas de política monetária. Isso porque eventuais altas de juros levam pelo menos nove meses para terem seus efeitos mais importantes na inflação. A inflação do ano corrente também está mais suscetível à eventual inércia de aumentos de preços ocorridas no passado.<br />
 <em><br />
Em setembro do ano passado, o FMI projetou a inflação do Brasil no centro da meta em 2012, em 4,5%, numa demonstração de confiança na política monetária. Na época, o BC dizia que a inflação de 2011 iria ficar acima da meta, mas que convergiria para o centro no ano seguinte. Já o mercado financeiro estava cético em relação ao trabalho do BC, projetando inflação de 5,61% para 2012.<br />
 <em><br />
O FMI projeta um crescimento de 3% para o Brasil em 2012, e de 4,1% em 2013. Com isso, na visão do FMI, o Brasil chegaria próximo de seu Produto Interno Bruto (PIB) potencial e, portanto, teria menos espaço para novas medidas de estímulo à economia. O PIB potencial é uma medida de quanto uma economia pode crescer sem acelerar a inflação.<br />
 <em><br />
&#8220;Olhando para frente, há uma série de fatores [que estimulam a economia]&#8220;, disse Thomas Helbling, funcionário do departamento de pesquisa do FMI. &#8220;De um lado, você tem a ajuda do relaxamento de políticas na demanda agregada e, de outro, alguma ajuda da melhora da economia global.&#8221;<br />
 <em><br />
&#8220;À medida que a economia brasileira se aproxima de seu potencial em termos de crescimento, há um sentimento de que não é preciso muita ajuda adicional de políticas [de estímulo monetário]&#8220;, afirmou Helbling, em conversa com um grupo de jornalistas brasileiros após a divulgação do relatório.<br />
 <em><br />
O FMI crê no cumprimento das metas de superávit primário de 3,1% do PIB em 2012 e 2013, projeta uma trajetória cadente para a dívida pública e diz que a política fiscal está na direção certa ao abrir caminho para o uso da política monetária como principal instrumento de estímulo econômico.<br />
<em><br />
Fonte: Valor</p>
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