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	<title>Unicred Bandeirante</title>
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	<description>Website da Unicred Bandeirante (Americana, Santa Bárbara d&#039;Oeste e Nova Odessa)</description>
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		<title>Nordeste avança, mas Alagoas fica para trás</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:15:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Murillo Camarotto &#124; De Maceió Com a devida pompa, o governo de Alagoas anunciou, em outubro de 2009, a instalação do Estaleiro Ilha (Eisa) no município de Coruripe, litoral sul do Estado. Orçado em R$ 1,5 bilhão, o empreendimento tem, na visão do governador Teotônio Vilela Filho (PSDB), potencial para &#8220;mudar a paisagem do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Murillo Camarotto | De Maceió<br />
Com a devida pompa, o governo de Alagoas anunciou, em outubro de 2009, a instalação do Estaleiro Ilha (Eisa) no município de Coruripe, litoral sul do Estado. Orçado em R$ 1,5 bilhão, o empreendimento tem, na visão do governador Teotônio Vilela Filho (PSDB), potencial para &#8220;mudar a paisagem do Estado&#8221; com os cerca de 50 mil empregos diretos e indiretos prometidos.<br />
<em>Fonte: Valor Econômico</em></p>
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		<title>Programa para declaração do IR estará disponível na sexta-feira</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:15:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da Agência Brasil A Receita Federal informou que o programa de computador para o preenchimento da declaração do Imposto de Renda (IR) deste ano será liberado mais cedo ano e estará disponível a partir das 18h desta sexta-feira (24), na página do órgão na internet. Normalmente, o programa é liberado no primeiro dia útil de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da Agência Brasil<br />
A Receita Federal informou que o programa de computador para o preenchimento da declaração do Imposto de Renda (IR) deste ano será liberado mais cedo ano e estará disponível a partir das 18h desta sexta-feira (24), na página do órgão na internet. Normalmente, o programa é liberado no primeiro dia útil de março.<br />
Para ter direito à restituição nos primeiros lotes, os declarantes devem preencher e enviar o formulário eletrônico logo no início do prazo. As pessoas com idade acima de 65 anos têm prioridade. A regra não vale se forem constatadas inconsistências ou pendências na declaração.<br />
Se der certo em 2012, a Receita Federal pretende liberar o programa gerador da declaração antes do prazo nos próximos anos para facilitar o preenchimento pelo contribuinte. Segundo o supervisor do Programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir, com a antecipação, o contribuinte poderá fazer a declaração com tranquilidade e se familiarizar com o aplicativo.<br />
As pessoas físicas que preencherem a declaração nesses dias terão, no entanto, que esperar até março para enviar o documento. O prazo para a entrega da declaração será de 1º de março a 30 de abril pela internet ou em disquetes nas agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil.<br />
A Receita informou ainda que o prazo para as empresas entregarem a declaração com a relação de rendimentos pagos aos trabalhadores (o total do recolhimento em impostos e os descontos) termina no dia 29 de fevereiro.<br />
A Receita espera receber neste ano mais de 25 milhões de declarações. Segundo Joaquim Adir, além da recomposição salarial, houve o ingresso de trabalhadores no mercado de trabalho. Em 2011, foram enviados 24,37 milhões de documentos. As regras para a Declaração do Imposto de Renda 2012, foram publicadas no início de fevereiro no Diário Oficial da União.<br />
A declaração pode ser preenchida de forma rápida e simples desde que o contribuinte tenha todas as informações necessárias, mas é preciso ter cuidado porque a omissão de informações e a inconsistência nos dados podem levar a declaração à malha fina. Outro prejuízo para o contribuinte é que o cálculo da restituição pode não ser feito corretamente.<br />
<em>Fonte: Uol Economia</em></p>
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		<title>Resgate grego não elimina risco de saída do país da zona do euro</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Assis Moreira &#124; De Genebra O novo pacote de socorro de € 130 bilhões (US$ 172,1 bilhões) para a Grécia é baseado num cenário econômico irrealista e dificilmente será melhor sucedido do que o primeiro programa de resgate ou evitará a saída do país da zona do euro. Fonte: Valor Econômico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Assis Moreira | De Genebra<br />
O novo pacote de socorro de € 130 bilhões (US$ 172,1 bilhões) para a Grécia é baseado num cenário econômico irrealista e dificilmente será melhor sucedido do que o primeiro programa de resgate ou evitará a saída do país da zona do euro.<br />
<em>Fonte: Valor Econômico</em></p>
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		<title>Unicred Bandeirante realiza curso de formação para delegados</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi realizado nessa segunda-feira (13), na agência Dr. Raul o curso de formação para Delegados. Na ocasião, foi abordado o surgimento do cooperativismo, os números do cooperativismo no Brasil e da Unicred Bandeirante. O curso foi intermediado pelo Max Souza da Silva, superintendente geral; Leci Cleide, gerente de compliance; Marcelo Roberto, superintendente de operações; Mario [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizado nessa segunda-feira (13), na agência Dr. Raul o curso de formação para Delegados. Na ocasião, foi abordado o surgimento do cooperativismo, os números do cooperativismo no Brasil e da Unicred Bandeirante. O curso foi intermediado pelo Max Souza da Silva, superintendente geral; Leci Cleide, gerente de compliance; Marcelo Roberto, superintendente de operações; Mario Sérgio, superintendente de relacionamento; e Norberto Cerutti, assessor financeiro.<br />
Os 34 delegados que estavam presentes, representam os cooperados da microrregião de Americana e a microrregião de Piracicaba. Foi uma oportunidade para que eles tirassem dúvidas e esclarecerem questões sobre o mandato e atuação no cargo.<br />
Os palestrantes apresentaram qual é o foco da Unicred Bandeirante. Mostraram que a Cooperativa, além de atuar com os médicos e profissionais da área da saúde, também está aberta para outras áreas, como por exemplo, pequenos empresários, microempresários e microempreendedores. Os delegados tiveram o conhecimento de que a Unicred passa por uma rigorosa fiscalização interna e externa, ou seja, fiscalização que garante aos cooperados a segurança que as outras instituições financeiras não oferecem.<br />
O curso serviu também para que todos os delegados conhecessem melhor a estrutura da Cooperativa, bem como, suas locações, a evolução dos colaboradores e cooperados, os ativos, cota capital, provisão de risco, ganho social, gama de produtos e serviços oferecidos pela Unicred, etc. Foi exposto a regulamentação para a eleição dos delegados, conforme a Lei 5.764 de 1971 e o Estatuto Social da Unicred Bandeirante.<br />
Para finalizar, o assessor financeiro apresentou dados atuais do mercado financeiro nacional e internacional. Mostrou como a economia brasileira está representada no exterior e o que mantém a crise nos países da Europa.<br />
Atuação dos delegados:<br />
A eleição dos delegados acontece por microrregião e ocorre no último trimestre do ano civil e o mandato de um ano se inicia no primeiro dia do ano subsequente. Eles representam o poder de voto dos mais de 6 mil cooperados e conduzem os trabalhos na AGO (Assembleia Geral Ordinária) e na AGE (Assembleia Gerla Extraordinária). Eles são eleitos em pré-assembleia e cada um representa 50 votos. A Unicred Bandeirante foi a primeira singular a incorporar o cargo de delegado dentro do Sistema Unicred.<br />
Além de obter o poder de voto de um grupo de cooperados, os delegados também precisam participar das pré-assembleias para discutir os assuntos da cooperativa, junto aos representantes, de modo a subsidiar seus posicionamentos nas deliberações das assembleias.<br />
Ao final, todos os delegados receberam um certificado de participação.</p>
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		<title>Governo vai elevar IR de aplicações atreladas à Selic</title>
		<link>http://www.unicredbandeirante.com.br/ub/governo-vai-elevar-ir-de-aplicacoes-atreladas-a-selic-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O objetivo da proposta é desestimular, por meio de um imposto mais alto, as aplicações que acompanham o sobe e desce da taxa básica de juros O governo prepara mudanças na tributação do Imposto de Renda (IR) incidente nas aplicações financeiras de renda fixa, como fundos de investimentos e CDBs. O objetivo da proposta em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo da proposta é desestimular, por meio de um imposto mais alto, as aplicações que acompanham o sobe e desce da taxa básica de juros<br />
O governo prepara mudanças na tributação do Imposto de Renda (IR) incidente nas aplicações financeiras de renda fixa, como fundos de investimentos e CDBs. O objetivo da proposta em estudo é desestimular, por meio de um imposto mais alto, as aplicações que acompanham o sobe e desce da taxa básica de juros, a Selic. O governo quer fazer os investidores migrarem para aplicações com correção prefixada ou atrelada à inflação.<br />
A ideia é aproveitar o momento de queda da taxa Selic em direção ao nível de um dígito para atacar de forma mais efetiva a chamada cultura do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), informou ao Estado um integrante da equipe econômica. Uma fonte da Receita Federal confirmou os estudos.<br />
Hoje, grande parte dos fundos de renda fixa são os chamados DIs, que aplicam em títulos públicos pós-fixados. Ou seja, se a Selic é puxada para cima, o rendimento sobe; se é reduzida, a rentabilidade cai.<br />
Na avaliação do governo, quanto maior é essa vinculação, menor é o impacto das decisões de juros do Banco Central sobre o ritmo de consumo da população e nos investimentos das empresas. Quando o BC quer esfriar a economia, por exemplo, eleva a Selic. Na prática, ao fazer isso, a autoridade monetária reduz a quantidade de dinheiro em circulação no mercado.<br />
No entanto, hoje, esse efeito é limitado porque a alta da Selic engorda as aplicações de grande parte dos investidores que estão nos fundos DIs ou nos CDBs (que, em sua maioria, também seguem a Selic pós-fixada), deixando mais dinheiro para consumir.<br />
O governo está aproveitando um momento de queda da Selic para mudar a regra. Não dá para tentar fazer essa mudança quando a Selic está subindo e todo mundo ganhando dinheiro.<br />
As mudanças devem afetar o ganho dos investidores, principalmente nas aplicações de curto prazo. Seriam impactados tanto o aplicador de classe média, que investe em CDBs de bancos e fundos de investimentos, quanto instituições financeiras e empresas que fazem grandes negócios com renda fixa.<br />
O estoque de investimentos em produtos criados pela iniciativa privada com renda fixa é de R$ 1,5 trilhão, e 89% desse total estão atrelados ao CDI (taxa de juros de referência do mercado financeiro nacional, que segue a Selic pré ou pós-fixada). Na dívida em títulos do governo, que soma R$ 1,8 trilhão, os papéis pós-fixados somam 30% do total.<br />
As discussões começaram no Grupo de Trabalho do Mercado de Capitais, que avalia medidas de aperfeiçoamento do mercado. O grupo é formado por representantes do Ministério da Fazenda, BC e Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O governo está conduzindo os estudos com cautela porque qualquer mudança mal feita ou precipitada pode provocar distorções.</p>
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		<title>Cenário econômico na lente dos bancos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cenário externo volátil e perspectiva deteriorada para o crescimento global dada a necessidade de fortes ajustes fiscais especialmente nos países europeus e pela contenção do crédito privado são destaques do cenário econômico traçado pelos maiores bancos do país nos balanços contábeis de 2011 que estão sendo divulgados. Mas para o Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cenário externo volátil e perspectiva deteriorada para o crescimento global dada a necessidade de fortes ajustes fiscais especialmente nos países europeus e pela contenção do crédito privado são destaques do cenário econômico traçado pelos maiores bancos do país nos balanços contábeis de 2011 que estão sendo divulgados. Mas para o Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil a economia doméstica, embora afetada pelo ambiente externo, mostra resiliência.<br />
Os bancos veem o cenário externo como pano de fundo para decisões tomadas pelo governo brasileiro nos últimos meses. E todos eles citam o início do processo de alívio monetário em agosto do ano passado. O Itaú reconhece que, além do corte de juro, o governo tem utilizado outros instrumentos para estimular a economia, incluindo redução do IPI para os segmentos de eletrodomésticos e a diminuição das alíquotas de requerimentos de capital e IOF para determinadas operações de crédito.<br />
O Bradesco faz avaliação semelhante e lembra que “o cenário global prospectivo é desinflacionário para a economia brasileira”, mas faz alertas. A instituição considera elevados os desafios domésticos para o gerenciamento da política monetária, diante do descompasso entre demanda e oferta, do alto grau de indexação na economia e do mercado de trabalho aquecido.<br />
Para o Santander, a inflação tem diminuído no Brasil em consequência da desaceleração, “mas continua a ser ponto de atenção”. A economia doméstica, avalia o banco, vem mostrando resultados positivos e importantes, apesar da crise externa. E considera também que a boa performance das contas fiscais reforça a visão positiva sobre a economia brasileira, que tem sido capaz de suportar a turbulência internacional sem riscos substanciais de problemas fiscais ou de balanço de pagamentos, ao mesmo tempo em que preservou o crescimento, a um ritmo um pouco mais leve.<br />
O Banco do Brasil, que também vê o cenário externo desinflacionário para o Brasil, pondera que em meio às adversidades [externas], nossa economia mostrou-se novamente resiliente, “ancorada em robustos fundamentos macroeconômicos e sustentada pelo dinamismo da demanda doméstica”.<br />
O maior banco do país lembra que o contínuo processo de elevação da taxa Selic observado até meados do ano [passado] deu lugar a um novo ciclo de flexibilização monetária a partir de agosto, também facilitado por condições fiscais mais favoráveis.<br />
<em>Fonte: ValorInveste</em></p>
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		<title>Inadimplência em financiamento de veículos dobra e bate recorde em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:43:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Saldo de inadimplência acima de 90 dias no Crédito Direto ao Consumidor atingiu 5% no ano passado, ante 2,5% em 2010 Anne Warth, da Agência Estado SÃO PAULO &#8211; A inadimplência no financiamento de veículos atingiu o maior nível dos últimos anos, de acordo com dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saldo de inadimplência acima de 90 dias no Crédito Direto ao Consumidor atingiu 5% no ano passado, ante 2,5% em 2010<br />
Anne Warth, da Agência Estado<br />
SÃO PAULO &#8211; A inadimplência no financiamento de veículos atingiu o maior nível dos últimos anos, de acordo com dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). Em 2011, o saldo de inadimplência acima de 90 dias para pessoa física no Crédito Direto ao Consumidor (CDC) atingiu 5%, ante 2,5% em 2010. Em 2004, dado mais antigo disponibilizado pela entidade, a inadimplência era de 2,1%; em 2005, 2,2%; em 2006, 3,3%; em 2007, 3%; em 2008, 4,3%; e em 2009, 4,4%. &#8220;A inadimplência foi o grande susto de 2011&#8243;, afirmou o presidente da Anef, Décio Carbonari.<br />
No ano passado, a inadimplência média na compra de carros novos foi de 2,5%, bem menor que a de carros usados, entre 7% e 8%, e a de motos, de 11%. Segundo o executivo, o crescimento da inadimplência ocorreu principalmente entre os consumidores de menor renda, entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. Este segmento foi o mais afetado pela queda do rendimento médio. &#8220;A renda dos trabalhadores foi afetada pelo aumento da inflação, sim&#8221;, afirmou. Com uma inflação de 7%, um consumidor com renda de R$ 3 mil perdeu, em média, R$ 150 em cada mês do ano. &#8220;Para quem paga uma prestação de R$ 600, trata-se de um esforço significativo&#8221;, afirmou.<br />
As medidas macroprudenciais também limitaram a capacidade de financiamento dos consumidores de menor renda. O executivo estima que as montadoras deixaram de vender entre 200 mil e 300 mil veículos devido aos efeitos dessas medidas. Se antes das macruprudenciais, para uma prestação de R$ 500, os bancos exigiam uma renda quatro vezes maior, de R$ 2 mil, com as medidas, a parcela aumentou para R$ 600 e a renda mínima exigida, para R$ 2,4 mil. &#8220;Grande parte dos consumidores com renda entre R$ 2 mil e R$ 3 mil perdeu acesso ao financiamento de carros no ano passado&#8221;, afirmou. A título de comparação, em 2010, o Banco Volkswagen aprovou em média 65% dos pedidos de financiamento, número que caiu para 45% em 2011.<br />
Segundo Carbonari, era comum que o cliente de renda mais baixa procurasse o crédito consignado em período de mais dificuldades financeiras, o que também se tornou mais difícil com as macroprudencais. &#8220;Além da parcela do financiamento, as despesas com automóveis incluem IPVA, seguro, combustível, manutenção, pedágio, estacionamento. É um desembolso muito mais pesado do que a prestação&#8221;, afirmou.<br />
Para este ano, Carbonari não aposta em um número, mas espera que a inadimplência recue. Além do fim das macroprudenciais, contam a favor a desaceleração da inflação, o aumento do salário mínimo, de 14,13%, o crescimento da economia brasileira e um maior otimismo com o cenário internacional, depois do acordo da Grécia com seus credores. &#8220;O cenário começou a melhorar e o cliente de maior renda, que se afastou em 2011, deve voltar neste ano&#8221;, afirmou. Os juros cobrados pelos bancos das montadoras eram de 1,50% ao mês em dezembro do ano passado, e o prazo médio de financiamento, entre 42 e 43 meses.<br />
O prejuízo médio com a apreensão de um veículo que deixou de ser pago por um consumidor inadimplente é de 43%, de acordo com o Banco Volkswagen. Isso porque o banco precisa arcar com custos da apreensão, estacionamento, manutenção e leiloeiro, além da perda com a própria operação.<br />
Pelo mesmo motivo, os bancos de montadoras reduziram a participação do leasing nos financiamentos de veículos. Depois de atingir 38% do total de veículos financiados em 2008, o leasing caiu para 5% em 2011. O CDC, que era de 22% em 2008, subiu para 50% no ano passado. Segundo Décio, isso ocorreu porque, no leasing, todas as dívidas não pagas do automóvel, como multas e IPVA, ficam a cargo da instituição, pois o carro só passa para o nome do proprietário 24 meses depois da compra. &#8220;O leasing estava causando muito prejuízo às instituições&#8221;, afirmou. Atualmente, essa modalidade de crédito é oferecida preferencialmente às pessoas jurídicas.<br />
<em>Fonte: Economia&#038;Negocios</em></p>
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		<title>Corte no Orçamento não deve passar de R$ 50,4 bi</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unicredbandeirante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cálculos iniciais apontavam para necessidade de contingenciar R$ 60 bilhões, mas Dilma Rousseff quer valor inferior para manter investimentos Se for atendido o desejo da presidente Dilma Rousseff, o corte no Orçamento de 2012 a ser anunciado hoje pela equipe econômica será inferior aos R$ 50,4 bilhões de 2011. As apostas estão na casa dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cálculos iniciais apontavam para necessidade de contingenciar R$ 60 bilhões, mas Dilma Rousseff quer valor inferior para manter investimentos<br />
Se for atendido o desejo da presidente Dilma Rousseff, o corte no Orçamento de 2012 a ser anunciado hoje pela equipe econômica será inferior aos R$ 50,4 bilhões de 2011. As apostas estão na casa dos R$ 45 bilhões.<br />
&#8220;Acredito que o corte ficará em torno de R$ 45 bilhões&#8221;, disse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). &#8220;A política fiscal do governo está sob controle.&#8221;<br />
Essa cifra é menor do que a que circulava nos escalões técnicos do governo desde a aprovação do Orçamento de 2012, no ano passado. Os cálculos apontavam para a necessidade de contingenciar algo como R$ 60 bilhões.<br />
Do contrário, seria impossível fazer o que o governo prometeu: encerrar o ano de 2012 com um superávit primário (economia feita para o pagamento de juros da dívida) equivalente a 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) para o conjunto do setor público.<br />
Economistas do setor privado calculam a necessidade de um corte ainda mais profundo, na casa dos R$ 70 bilhões. Essa cifra também foi mencionada por técnicos da área econômica.<br />
A tesourada sugerida por eles, porém, pareceu muito salgada para Dilma, que quer turbinar os investimentos públicos neste ano eleitoral, em busca de uma taxa de crescimento econômico de 4,5%.<br />
Segundo auxiliares, ela quer um corte menor do que o do ano passado justamente para dar um sinal nessa direção. A questão é como solucionar a incompatibilidade entre a meta fiscal e o aumento dos investimentos.<br />
Receita extra. Uma possível saída para esse dilema é o aumento da arrecadação, a exemplo do que ocorreu em 2011. Embora economistas do próprio governo avaliem que não se repetirá o volume de receitas extraordinárias visto no ano passado, há quem aposte no ingresso de recursos não previstos.<br />
Por exemplo: as novas concessionárias dos aeroportos poderão antecipar, mediante desconto, o pagamento de toda ou parte da taxa de outorga, que soma R$ 24,5 bilhões.<br />
Não é incomum que concessionários adiantem pagamentos. Isso foi feito no ano passado na área de telefonia, por exemplo. </p>
<p>Há também um elevado volume de tributos cujo pagamento está em disputa na Justiça. No ano passado, a Vale recolheu num único mês R$ 5,8 bilhões referentes a um litígio sobre tributação em exportações.<br />
Outra solução, tida como mais provável pelos analistas do mercado, é o governo fazer um superávit primário menor do que os 3,1% do PIB. O resultado cairia para algo na casa dos 2,5% do PIB, o que não é considerado ruim.<br />
Ontem, após fazer uma exposição otimista na reunião do Conselho Político sobre o desempenho da economia brasileira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi cobrado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).<br />
&#8220;O senhor falou tudo, mas não falou o tamanho do contingenciamento&#8221;, disse o parlamentar. &#8220;Será que é para deixar a gente pular o carnaval alegre e só dar essa notícia na Quarta-feira de Cinzas?&#8221;<br />
Mantega retomou o microfone e disse que havia se esquecido de abordar o tema. &#8220;Posso assegurar que será um contingenciamento responsável que sairá nas próximas horas&#8221;, afirmou o ministro, sem dar números. / COLABOROU RICARDO BRITO.<br />
<em>Fonte: Economia&#038;Negocios</em></p>
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		<title>Mantega prevê a criação de 2 milhões de emprego em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:42:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo o ministro da Fazenda, isto será possível porque o mercado interno continuará fortalecido e aquecido, com a manutenção dos empregos e aumento da renda Tânia Monteiro e Rafael Moraes Moura, da Agência Estado BRASÍLIA &#8211; O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a expectativa do governo é de que sejam criados este ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o ministro da Fazenda, isto será possível porque o mercado interno continuará fortalecido e aquecido, com a manutenção dos empregos e aumento da renda<br />
Tânia Monteiro e Rafael Moraes Moura, da Agência Estado<br />
BRASÍLIA &#8211; O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a expectativa do governo é de que sejam criados este ano, mais uma vez, em torno de dois milhões de empregos, a exemplo do que ocorreu em 2011.<br />
Isto será possível, observou, porque, com o crescimento da economia de 4,5% estimado pelo governo, o mercado interno continuará fortalecido e aquecido, com a manutenção dos empregos, aumentando a sua renda.<br />
Mantega disse que mesmo com o aumento dos gastos com educação e saúde o governo vai atingir as metas previstas, reduzindo a dívida brasileira. Segundo ele, a dívida brasileira é uma das poucas que diminui no mundo.<br />
&#8220;Fechamos o ano passado com 36% do PIB. Este ano, vamos fechar com uma dívida menor que 36% do PIB e estamos preparando um contingenciamento no Orçamento de 2012, que não está pronto&#8221;, observou.<br />
<em>Fonte: Economia&#038;Negocios</em></p>
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		<title>Juros bancários têm leve queda em fevereiro, diz Procon-SP</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:42:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quedas do empréstimo pessoal e do cheque especial foram de 0,01 ponto. Taxas ficaram em 5,87% ao mês e 9,53% ao mês, respectivamente. Do G1, em São Paulo As taxas de juros de empréstimo pessoal e cheque especial pesquisadas em bancos pelo Procon-SP apresentaram leve redução de 0,01 ponto percentual em fevereiro, divulgou nesta terça-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quedas do empréstimo pessoal e do cheque especial foram de 0,01 ponto.<br />
Taxas ficaram em 5,87% ao mês e 9,53% ao mês, respectivamente.<br />
Do G1, em São Paulo<br />
As taxas de juros de empréstimo pessoal e cheque especial pesquisadas em bancos pelo Procon-SP apresentaram leve redução de 0,01 ponto percentual em fevereiro, divulgou nesta terça-feira (14) a fundação.<br />
Os bancos pesquisados são Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.<br />
No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados foi de 5,87% ao mês, inferior a do mês anterior, que foi de 5,88%. No cheque especial, a taxa média dos bancos pesquisados foi de 9,53% ao mês, inferior a do mês anterior, que foi de 9,54% ao mês.  A assessora do Procon, Cristina Rafael Martinussi, avalia, em nota, que a redução das taxas médias de juros foi pouco significativa e demonstra que o mercado financeiro continua mantendo cautela em relação aos rumos da economia. Na avaliação dela, o consumidor continua sofrendo os reflexos dos gastos do final do ano e das despesas típicas de janeiro.<br />
<em>Fonte: G1</em></p>
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